Durante a gravação, falei sobre minha relação com a arte como caminho de memória, identidade e expressão.
Enquanto pintava, pude mostrar como cada obra nasce de um diálogo entre sensibilidade, território e vivências que atravessam minha história.
A arte, para mim, é também um gesto de resistência e de partilha. Cada tela carrega fragmentos de memória, de cultura e de afetos que se transformam em linguagem visual.
Sou grata a REMES (Rede de Mulheres Empreendedoras Sustentáveis) e a TV Câmara de Fortaleza pelo convite e pela oportunidade de levar a arte para outros espaços de diálogo, aproximando o público do processo artístico e da potência transformadora da criação.
Que a arte continue abrindo caminhos, despertando olhares e conectando pessoa.
Na imagem, o gesto artístico se revela em processo: o instante em que a obra ainda respira o movimento da criação.
A pintura em preto e branco, marcada por linhas orgânicas e formas que se expandem pelo campo da tela, evidencia uma pesquisa visual que dialoga com o corpo, o território e a linguagem simbólica.
A economia cromática intensifica a força gráfica da composição, permitindo que o contraste entre luz e sombra conduza o olhar e crie uma narrativa visual pulsante.
O trabalho de Lia Batista insere-se em uma poética que valoriza o processo tanto quanto o resultado final. O ato de pintar torna-se performance silenciosa, onde memória, experiência e gesto se entrelaçam.
As formas presentes na tela evocam fragmentos de paisagem, anatomia e grafismos que sugerem movimento, deslocamento e transformação.
A presença da câmera registra não apenas a artista, mas também o encontro entre arte e comunicação pública.
Ao compartilhar seu processo em uma gravação para a TV Câmara Fortaleza, a artista amplia o alcance da obra e reafirma o papel da arte como instrumento de diálogo com a sociedade.
Texto Curatorial
Na imagem, o gesto artístico se revela em processo: o instante em que a obra ainda respira o movimento da criação. A pintura em preto e branco, marcada por linhas orgânicas e formas que se expandem pelo campo da tela, evidencia uma pesquisa visual que dialoga com o corpo, o território e a linguagem simbólica. A economia cromática intensifica a força gráfica da composição, permitindo que o contraste entre luz e sombra conduza o olhar e crie uma narrativa visual pulsante.
O trabalho de Lia Batista insere-se em uma poética que valoriza o processo tanto quanto o resultado final. O ato de pintar torna-se performance silenciosa, onde memória, experiência e gesto se entrelaçam. As formas presentes na tela evocam fragmentos de paisagem, anatomia e grafismos que sugerem movimento, deslocamento e transformação.
A presença da câmera registra não apenas a artista, mas também o encontro entre arte e comunicação pública. Ao compartilhar seu processo em uma gravação para a TV Câmara Fortaleza, a artista amplia o alcance da obra e reafirma o papel da arte como instrumento de diálogo com a sociedade.
Assim, a cena documenta mais do que uma pintura em andamento: revela um território de criação onde gesto, memória e identidade se manifestam como linguagem visual contemporânea.
Agradecimento ao repórter por colaborar dessa experiência criativa nessa obra.
Texto curatorial: Eliane Batista Barbosa
Revisão editorial: ChatGPT (OpenAI)





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